Vereador pode trair grupo para se tornar presidente da Câmara

A eleição, para escolha da cobiçada presidência da Câmara de Vereadores de Salgueiro, para o biênio 2023/2024, já entrou em pauta pelos vereadores opositores ao prefeito Marcones Libório.
A ambição de alguns vereadores é tão grande que gerou um mal-estar dentro do grupo dos oito, onde pelo menos dois deles chegaram a procurar vereadores do grupo do prefeito para “negociar”. Entre a negociação estava a aprovação do projeto de empréstimo solicitada por Marcondes, mas o grupo do PSB se negou fazer qualquer negócio, com isso projeto de empréstimo, que iria beneficiar a população, foi rejeitado.

A eleição para escolha da direção da Câmara de Vereadores gera tanta briga porque é o presidente da Casa que detém o poder sobre o andamento de projetos de lei pelo legislativo, bem como define o que entrará ou não na ordem do dia das votações. Além disso, O presidente tem um acréscimo de 50% em seu salário, no caso em Salgueiro ultrapassa os 15 Mil reais mensais.
Mas o aumento de salário não é o mais cobiçado, pois ainda existem as regalias: como uso de veículo oficial de forma particular, viagens pagas para passeio pessoal; contratações desnecessárias para beneficiar amigos. Em algumas gestões houveram até a famosa rachadinha e funcionários e viagens fantasmas.

O vereador André Filgueira, foi um dos vereadores opositores para pedir voto e trair o grupo no qual faz parte hoje.
Mas essa não seria a primeira vez que André traiu grupo político.
Em 2012, após anos defendendo o grupo “leões”, André abandonou o grupo e foi apoiar o candidato Marcones Libório, esse que concorreria à reeleição contra Alvinho Patriota. Nesta eleição, sua mãe era a candidata da família, mas não conseguiu se eleger.
Quatro anos depois (2016), André conseguiu um cargo de secretário na gestão de Marcones, então a família apoiaria o primo Bruno Marreca e o candidato do PSB Marcelo Sá, só que desta vez Bruno Marreca foi eleito e o candidato a prefeito perdeu para Clebel Cordeiro, com isso André ficou desempregado. Em 2020, André troca novamente de grupo e volta para os “leões”, só que a ambição era maior, era para “acabar” com a vida política de seu primo, Bruno Marreca, esse que vinha ganhando destaque pelos trabalhos como um dos melhores vereadores da cidade. Como era cabo eleitoral de Marreca na eleição anterior, André tinha a missão de mapear os votos do primo para que ele não conseguisse se reeleger. Em 2021, André continuou a seguir contra o primo e fez parte do golpe que tentou tirá-lo do cargo de vereador, concedido pela população, votando a favor de sua cassação.

2022 se aproxima e não será surpresa se houver mais uma traição de algum dos vereadores para benefício próprio.

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